Creio que já passou da hora de alguém comentar esse aspecto da sociedade brasileira que se incorporou à cultura nacional: a psicoterapia.
A maioria das pessoas da chamada classe média com quem tenho conversado tem um analista, ou teve, ou pretende fazer análise. E buscam os psicólogos como um remédio milagroso para seus males emocionais, fictícios ou não.
Não posso deixar de fazer a pergunta: para que servem os psicólogos no Brasil?
Vejamos desde o início:
A psicanálise nasceu com Sigmund Freud, um médico austríaco, marxista, para quem todos os males da humanidade são desejos sexuais reprimidos, incestuosos inclusive, e que não conseguiu resolver nem os próprios desejos reprimidos que, segundo alguns, inclusive seu discípulo Jung, eram de tendências homossexuais.
O próprio Jung se confessava indeciso entre a esposa maltratada, a amante-aluna que coabitava com o casal, e um desejo inconfessável por seu mestre.
Nas terras tupiniquins, o “jeitinho brasileiro” achou por bem fazer das teorias freudianas um belo instrumento para a ideologia socialista e aí temos os resultados. O artigo de Dr. Lima é esclarecedor para entendermos essa social psicologia, que pretende abertamente seqüestrar crianças de seus pais e entregá-las ao Estado.
Eu disse e repito: Para que serve um psicólogo brasileiro?
Para ser militante gramsciano, para afetar sempre uma superioridade intelectual que não possui, para criar uma legião de dependentes facilmente manipuláveis e através deles impor sua ideologia, para relativizar valores absolutos, para estuprar a língua com neologismos tendenciosos, para viver do erário público e, finalmente, para corromper e destruir os valores básicos da sociedade.
Quem não ouviu dizer várias vezes “minha verdade”, “sua verdade”? O que é isso senão uma tentativa de relativizar um valor absoluto como a verdade e anular a idéia primordial se tem sobre esse valor?
O efeito nefasto das idéias dessa classe se fez sentir em muitas áreas, a começar pela escola. Em prol de uma “educação não repressora” e ajudados por seus cúmplices, os assistentes sociais, simplesmente transformaram a “educação repressora” em nenhuma educação. Assassinaram a escola, tirando dos professores a autoridade e o respeito e criando a baderna geral; mataram o entendimento com palavras de efeito incorporadas em suas falas constantes, produziram nulidades universitárias, e sobretudo debocham do sofrimento alheio.
Tenho pena de quem, por sofrimento, se submete a uma sessão de tortura com um psicólogo!
O quadro é patético: o sujeito desesperado, procurando por alívio para seus fantasmas encontra pela frente uma figura de nariz empinado que o observa com um olhar inquisidor como se tivesse praticado o maior dos crimes, ouve as lamentações sinceras do pobre sofredor sem dar a mínima pra isso, só responde perguntas com outras perguntas e o informa que é ele mesmo, o próprio sofredor, quem vai realizar a cura milagrosa.
Ora, se vou a um médico com uma crise de úlcera, espero ser curado com remédios ou intervenção cirúrgica. Se vou a um dentista com dores alucinantes, espero ser aliviado com uma anestesia e talvez um tratamento de canal. Se procuro um advogado é para que ele atue na minha defesa em um tribunal.
Então, se eu mesmo é que vou me curar e se tenho de me abrir, contar meus segredos, lavar minha alma, logicamente que farei isso com um amigo e não com um estranho que me olha com falsa superioridade.

2 comentários:
É interessante observar a propaganda no gadjet esquerdo da página: Psicoterapia e afins.
Nersão da Lazinha
Nersão da Lazinha e João,
Agora a propaganda é de Tarô, sua vidência gratuita...quem sabe seria melhor que buscar um psicólogo?????
Saudações da vizinha
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