O professor dizia aos jornalistas, por ocasião do Fórum Internacional do clima em Copenhagen, que não participaria do evento por não crer que houvesse o famigerado “Aquecimento Global” o que provocou aquele meio sorrisinho de desprezo por parte de seus entrevistadores.
Poucos assistiram à entrevista, ninguém acreditou.
Imaginem um brasileiro, de uma universidade do Nordeste, querendo se opor à maioria da opinião pública mundial! Os países “avançados” diziam que o homem estava superaquecendo o planeta e os “aquecimentistas” estavam certos.
O que os sonsos descrentes não sabem é que os “países avançados” estão de pleno acordo com o Professor Molion, como se pode ler na Carta Aberta aos deputados e senadores dos EUA.
Em junho de 2010 publiquei aqui uma entrevista com o Professor Molion, concedida ao site UOL onde ele explica as causas de sua descrença no aquecimento global e desde então a grande mídia brasileira redobrou os esforços para nos empurrar goela abaixo essa astronômica fraude, repetindo-a sempre há uma oportunidade.
Voltei ao assunto hoje depois de assistir a um documentário sobre os ursos polares no Animal Planet, TV paga, onde o repórter fotográfico e também narrador da matéria, americano, afirma a iminente extinção dos ursos polares provocada pelo aquecimento global. Obviamente matéria destinada ao povo Tupiniquim e outros do terceiro mundo, o cinegrafista narrador repete a farsa à exaustão (nossa, é claro)!
A propósito, o curriculum do professor Molion:
Luis Carlos Baldicero Molion é bacharel em Física pela USP e doutor em Meteorologia – e Proteção Ambiental, como campo secundário – pela Universidade de Wisconsin, Estados Unidos. Concluiu seu pós-doutorado no Instituto de Hidrologia, em Wallingford, Inglaterra, em 1982, na área de Hidrologia de Florestas. É associado do Wissenschaftskolleg zu Berlin (Instituto de Estudos Avançados de Berlim), Alemanha, onde trabalhou como pesquisador visitante de 1989 a 1990.
Molion tem mais de 30 artigos publicados em revistas e livros estrangeiros e mais de 80 artigos em revistas nacionais e congressos, em particular sobre impactos do desmatamento da Amazônia no clima; climatologia e hidrologia da Amazônia; causas e previsibilidade das secas do Nordeste; mudanças climáticas globais e regionais; camada de ozônio e fontes de energias renováveis. Foi cientista-chefe nacional de dois experimentos com a NASA sobre a Amazônia. Aposentou-se do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCT), onde foi diretor de Ciências Espaciais e Atmosféricas, como Pesquisador Titular III. Entre 1990 e 1992, foi presidente da Fundação para Estudos Avançados no Trópico Úmido (UNITROP), Governo do Estado do Amazonas, em Manaus, onde desenvolveu pesquisas sobre desenvolvimento sustentado, em particular o biodiesel, combustivel renovável feito de óleos de palmáceas nativas.
Atualmente, encontra-se na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió, como professor associado e diretor de seu Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT). Também desenvolve pesquisas nas áreas de dinâmica de clima, desenvolvimento regional, energias renováveis e dessalinização de água. É membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/OMM), como representante da América do Sul. Entre suas áreas de conhecimento e interesse, destaca a variabilidade e mudanças climáticas, particularmente os climas da Amazônia e Nordeste, os impactos de mudanças climáticas no desenvolvimento e proteção ambiental. No que diz respeito a recursos hídricos: água no sistema solo-planta-atmosfera, evaporação e evapotranspiração, mudanças climáticas e água. Tratando-se de desenvolvimento sustentado e energias renováveis (eólica, solar e aproveitamento de resíduos vegetais): óleos vegetais e biodiesel como combustiveis renováveis, métodos e equipamentos para tratamento e dessalinização de águas salobras, do mar e servidas.

1 comentários:
Toda mídia Latino Americana tem o viés socialista (proposital) desde 1930, mais acenduadamant no pós anistia (1979).
Imbecilizar o continente, mantê-los amedrontados, endividados e atemorizados é a melhor forma de governá-los.
Não há novidade alguma na TV Band ou nas outras. São todas iguais, a serviço do socialismo = degradação moral, educacional e intelectual generalizada, além da corrupção e impunidade de mãos dadas.
Quer receita melhor pra manter-se eternamente no poder?
Eustáquio Franzoni
Caldas Novas MG
Postar um comentário